Mostrando postagens com marcador Artigos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artigos. Mostrar todas as postagens

26 de mar. de 2010


Como enfrentar as
provações?

Sofrer, com paciência, é
sabedoria, pois assim se vive
com paz




As provações nos fortalecem para o combate espiritual; por isso, os Apóstolos sempre estimularam os fiéis a enfrentá-las com coragem. São Pedro diz: “Caríssimos, não vos perturbeis no fogo da provação, como se vos acontecesse alguma coisa extraordinária. Pelo contrário, alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo...” (1 Pe 4,12). Ensinando-nos que essas dificuldades nos levarão à perfeição: “O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vós fortificará” (1 Pe 5,10).

O mesmo Apóstolo ensina-nos que a provação nos “aperfeiçoará” e nos tornará “inabaláveis”. É importante não se deixar perturbar no fogo da provação. Não se exasperar, não perder a paz e a calma, pois é exatamente isso que o tentador deseja.

Uma alma agitada fica a seu bel-prazer. Não consegue rezar, fica irritada, mal-humorada, triste, indelicada com os outros e acaba deprimida.

O antídoto contra tudo isso é a humilde aceitação da vontade de Deus no exato momento em que algo desagradável nos ocorre, dando, de imediato, glória a Deus, como São Paulo ensina:

"Em todas as circunstâncias dai graças, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus" (1 Tes 5,16).

É preciso fazer esse grande e difícil exercício de dar glória a Deus na adversidade. Nesses momentos gosto de glorificar a Deus, rezar muitas vezes o “Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo...” até que minha alma se acalme e se abandone aos cuidados do Senhor.

Essa atitude muito agrada ao Senhor, pois é a expressão da fé pura de quem se abandona aos Seus cuidados. É como a fé de Maria e de Abraão que “esperaram contra toda a esperança” (cf. Hb11,17-19), e assim, agradaram a Deus sobremaneira.

Da mesma forma, Jó agradou muito ao Todo-poderoso porque no meio de todas as provações, tendo perdido todos os seus bens e todos os seus filhos, ainda assim soube dizer com fé:

"Nu saí do ventre da minha mãe, nu voltarei. O Senhor deu, o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor!" (Jo 1,21).

Afirmam os santos que vale mais um “Bendito seja Deus!”, pronunciado com o coração, no meio do fogo da provação, do que mil atos de ação de graças quando tudo vai bem.

O Jardineiro Divino da nossa alma sabe os métodos que deve empregar para limpar cada alma. Não se assuste com as podas que Ele fizer no jardim de sua alma.

Santa Teresa diz que ouviu Jesus dizer-lhe: “Fica sabendo que as pessoas mais queridas de meu Pai são as que são mais afligidas com os maiores sofrimentos”. E por isso afirmava que não trocaria os seus sofrimentos por todos os tesouros do mundo. Tinha a certeza de que Deus a santificava pelas provações. A grande santa da Igreja chegou a dizer que "quando alguém faz algum bem a Deus, o Senhor lhe paga com alguma cruz".

Para nós, essas palavras parecem um absurdo, mas não para os santos, que conheceram todo o poder salvífico e santificador do sofrimento.

“As nossas tribulações de momento são leves e nos preparam um peso de glória eterna” (II Cor 4,17).

Quando São Francisco de Assis passava um dia sem nada sofrer por Deus, temia que o Senhor tivesse se esquecido dele. São João Crisóstomo, doutor da Igreja, diz que “é melhor sofrer do que fazer milagres, já que aquele que faz milagres se torna devedor de Deus, mas no sofrimento Deus se torna devedor do homem”.

As ofensas, as injúrias, os desprezos, os cinismos irritantes, as doenças, as dores, as lágrimas, as tentações, a humilhação do pecado próprio, etc., nos são necessários, pois nos dão a oportunidade de lutar contra as nossas misérias.

Isso tudo, repito mais uma vez, não quer dizer que Deus seja o autor do mal ou que Ele se alegre com o nosso sofrimento, não. O que o Senhor faz, de maneira até amável, é transformar o sofrimento, que é o salário do próprio pecado do homem, em matéria-prima de nossa própria salvação, dando assim, um sentido à nossa dor.

A partir daí, sob a luz da fé, podemos sofrer com esperança. É o enorme abismo que nos separa dos ateus, para quem a dor e a morte continuam a ser o mais terrível dos absurdos da vida humana.

A provação produz a perseverança, e por ela, passo a passo, chegaremos à perfeição, como nos ensina São Tiago.

“Nós nos gloriamos também nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a perseverança...” (Rom 5,3-5).

Sofrer com paciência é sabedoria, pois assim se vive com paz. Quem sofre sem paciência e sem fé, revolta-se, desespera-se, sofre em dobro, além de fazer os outros sofrerem também.

Santo Afonso disse que “neste vale de lágrimas não pode ter a paz interior senão quem recebe e abraça com amor os sofrimentos, tendo em vista agradar a Deus”. Segundo ele “essa é a condição a que estamos reduzidos em consequência da corrupção do pecado”.

Prof. Felipe Aquino

Conversão é um
reencontro com Deus
Não é o nosso esforço que

nos justifica

Causa-nos uma sensação de desconforto cada vez que ouvimos falar em penitência ou mudança de vida. Aprendemos tão bem a lição (legítima) da autoestima, que nos parece tirar do esquema qualquer alusão a fraquezas nossas, ou pior ainda, a pecados. Trata-de de uma verdadeira crise de compreensão da penitência. Soa estranho aos ouvidos quando Jesus insiste na conversão do coração. Mas toda a crise traz em si a esperança de uma superação, para inaugurar tempos novos.


Precisamos ter clareza sobre o valor das penitências: jejuns, subir escadas de joelhos, flagelar-se, não comer carne, ou até carregar pedra na cabeça... Tudo isso pode ser feito, quando entrgamos essa penitência a Cristo, para estarmos unidos a Ele na Sua dor. "O Sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado" (1 Jo 1, 7). Não é o nosso esforço que nos justifica. "Eis aquele que tira o pecado do mundo" (Jo 1,29). A penitência, entendida como virtude, é um esforço permanente do cristão para se manter na santidade e na perfeição. também para superar as fragilidades da vida. É um ideal jamais completado nesta vida. Ninguém deve ser cristão para ser penitente. Mas ao contrário, se deve ser penitente para ser bom cristão.


Essa verdadeira ascese deve nos acompanhar na vida. Mas a Santa Igreja nos convida a isso, de maneira mais acentuada, no tempo quaresmal (comotambém em todas as sextas-feiras do ano). O que se pede é tão pouco, nada impossível de cumprir. A nossa Mãe Igreja nos pede um jejum mitigado e a abstinência de alguma coisa que muito nos agrada. Isso na Sexta-feira Santa, como também nas demais sextas-feiras do ano (exceção é o tempo pacal).


Essas penitências devem levar à coroa de todo arrependimento: a prática da caridade para com o próximo. Veja como o Papa Bento XVI sugeriu penitências muito mais pesadas ao povo irlandês, para alcançar o perdão pelos pecados sexuais praticados pelo clero. Tenho certeza de uqe o povo católicodesse país [Irlanda] vai aceitar tal purificação. será um novo começo para uma comunidade mais fiel e mais santa. A Irlanda vai reencontrar o seu caminho de justificação em Cristo.

D. Aloísio R. Oppermann - Arcebispo de Uberaba

17 de set. de 2009


PARE e Administre seu Tempo
O planejamento é o segredo. “Nós poderíamos dividir nosso dia em três partes: oito horas para o trabalho, oito horas de sono e oito horas às outras coisas que nós temos que fazer de ordem pessoal”.Então vamos às oito horas dedicadas ao trabalho:
-Defina prioridades. “Eu tenho que fazer primeiro o que é essencial, depois eu faço o que é importante, depois eu vou fazer aquilo que é desejável fazer. Se eu não tiver tempo do desejável é isso que eu vou cortar”.
-Tudo bem, a gente sabe que não é fácil dizer “não” para o chefe, mas é melhor do que colocar a sua competência à prova. ”Aí é a forma bastante simples: leva pra ele todas as coisas que vc tem que fazer pra ele redefinir as prioridades. O que você quer que eu faça primeiro?”.
-Se você tem algum cargo de chefia, aprenda a delegar.“Se você não mantiver a carga de trabalho pra os outros delegando é você que vai sofrer as conseqüências porque os outros vão ficar desocupados e você hiperocupado”.
-Cuidado com as reuniões.
-Cuidado com os horários. Se o trânsito é problema, saia mais cedo.
-Faça uma agenda. Coloque nela todas as tarefas.
-E seja disciplinado. Se você não cumprir os compromissos, não tem agenda no mundo que resolva.
Por Pe Cleidimar Moreira -

Li e achei interressante...

11 de ago. de 2009

Paternidade Espiritual
Quer um filho bom? Gaste tempo com ele!

Todos nós precisamos de um pai e de uma mãe espiritual. A mãe tem uma disponibilidade afetiva, está sempre com os braços abertos. A figura paterna está necessariamente ligada à lei. E isso é fácil para a gente entender. A mãe e a criança estão ligadas, primeiro ela tem de segurar a criança no útero, depois, mantê-la em casa. É natural que a criança tenha mais cumplicidade com quem lhe deu à luz, porque elas viveram juntas nove meses. E o pai põe um limite na ligação entre ambas, sem quebrar essa união.
Muitas vezes, pensamos que o genitor entra para separar o filho da mãe, mas o papel dele é o equilíbrio; isso faz com que os nossos filhos cresçam nessa virtude [equilíbrio].
No entanto, acontece hoje na sociedade uma crise, pois ninguém mais quer ser pai e ninguém quer ser controlado. Mas alguém precisa assumir o encargo de colocar limites; e sabemos o quanto isso é necessário. É importante para você que é pai assumir essa missão de ser “lei”, ou seja, de ser limite em ser lar.
Outra coisa importante: mesmo onde não exista um pai biológico, alguém precisa assumir o papel paterno e deve ser alguém do sexo masculino. Faz parte do desígnio de Deus, dentro da família real, que a figura masculina seja aquele que estabeleça esse limite; e alguém precisa assumir a realidade de pai.
E como colocar esses limites?
É importante compreender esse limite, para isso o pai precisa de uma virtude fundamental: a magnanimidade, que quer dizer “alma grande”. O genitor precisa ser magnânimo: “A águia não se alimenta de mosca”, essa ave de alma grande não come animais pequenos, somente os grandes.
Uma dica aos pais. Um excelente educador disse: “Não dê mais de uma ordem por mês nem explique muito”. O pai não deve se preocupar com pequenos defeitos, mas sim, com os grandes. Você não deve encher a vida do seu filho de regrinhas, porque as regrinhas desgastam a autoridade paterna. Não mande demais; faça-o somente para coisas importantes. Existe aí uma sabedoria de não gastar a autoridade do pai. É como uma faca: se você a usamos demais, ela gasta; e quando você precisar ela não vai funcionar.
Talvez você não tenha planejado ter filho naquele momento, mas Deus planejou o nascimento deste e você agora o tem. Então saiba que desse momento em diante sua vida está mudada. Você precisa dedicar tempo a ele. Quer um filho bom? Gaste tempo com ele. Todo o mundo quer abraço, mas ninguém quer fazer gol. Vá ao cinema com seu filho, ao parque, você precisa investir tempo com ele. Se você não tem tempo, então, é porque colocou outras prioridades na frente dele.
A tendência dos filhos é querer a liberdade dos adultos, mas não querem as responsabilidades dos destes. Se o seu pai não lhe impuser as regras, a sociedade lhe colocará limites. É preciso também ir dando aos poucos responsabilidades para ele. Se o filho quer liberdade de adulto e responsabilidade de criança algo está errado; enquanto ele estiver dentro de casa será preciso assumir responsabilidades.
Você foi criado na lei de Deus; o filho quando se revolta na adolescência, sai de casa. Muitas vezes, aqueles que não têm coragem de fazer isso concretamente, o fazem espiritualmente, vivem de cara emburrada. Porque querem liberdade, mas não querem responsabilidades.
Quanto à formação espiritual: seu filho diz não querer ir à Santa Missa, por exemplo. Como pai e como mãe como é que vão educá-lo? Veja o que acontece: seu filho nasceu e você não diz: “Não vou ensinar língua nenhuma, nem português, nem inglês, quando ele crescer ele resolve se quer falar português ou inglês ou a língua que ele quiser”. Ninguém faz isso, você mora no Brasil, todos falam português, então, todos aprendemos a falar português naturalmente. Da mesma forma, enquanto o seu filho estiver na sua casa ele vai ser católico. Quando ele crescer, for um jovem adulto, se ele quiser mudar, ele muda [de religião]. Então, você que é pai: saiba recuperar sua autoridade e isso se faz obedecendo a Deus, pois, quando as pessoas perceberem que você é o primeiro a obedecer o Senhor, então elas vão começar a respeitá-lo como autoridade.
Padre Paulo RicardoConsultor da Congregação do Clero em assuntos de Catequese

6 de ago. de 2009

O PESO QUE A GENTE LEVA...

O peso que a gente leva..
Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?
As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?
Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.
É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.
E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É conseqüência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.
Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias... Hospitais, asilos, internatos...
Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.
Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.
Padre Fábio de Melo

SETE CARACTERÍSTICAS DO LÍDER

Todos nós somos líderes. Bom ou ruim somos líderes. Vou falar das setecaracterísticas de um líder. Pode ser líder na família, na Igreja, nopaís, mas ele tem sete características muito importantes.
A característica principal de um líder é a visão. Ele sabe olhar, olhae descobre coisas novas, caminhos novos porque tem visão. Um líder seidentifica pela sua visão. O líder que tem visão olha além dos outros,é capaz de descobri aquilo que os outros não descobrem. Ele tem comoum telescópio para olhar longe aquilo que os outros não podem olhar.Enquanto muitos caminham com os olhos no chão, ele olha para o céupara descobrir novas estrelas. Ele sabe olhar o final do caminho, nãofica parado para ver o que acontece. Sabe aproveitar tudo, também noserros, e aprende com eles.
Quero falar de um líder que se chamava Saul, diz a Escritura que aestatura de Saul era maior que os demais, ele era capaz de olharaquilo que os outros não olhavam. Os líderes são capazes de olharaquilo que os outros não podem. Primeira característica do líder éolhar além.
Segunda característica de um líder: líder não olha para trás, olhapara frente. O líder é aquele que diz: “olha para frente”. Omarinheiro quando deixa o mar não olha para trás, mas para frente. Nãoolha para o passado, mas para o futuro e sabe ver adiante. Se vocêcaminha olhando para trás, você vai ter torcicolo. O grito do líder ésempre: “bola para frente”. Tem um otimismo para ver para frente.
Paulo de Tarso era um líder que sempre dizia: “bola para frente”. Nãoé a pessoa que te escraviza, você mesmo é quem se escraviza quandovive no passado e não vive o presente e nem vê o futuro.
Segunda característica do líder é aquele que sempre diz “bola parafrente”. Diga isso para seus filhos, dê coragem para eles.
Terceira característica do líder: o líder dá boas notícias, é aqueleque descobre e grita: “terra a vista”. O líder não anuncia coisasruins, anuncia boas novas. Terceira característica do líder anunciaboas novas. Por que temos essa visão negativa de estar sempre dizendocoisas ruins?
O líder acredita na visão e compartilha com os outrosFoto: Elcka TorresQuarta característica do líder: o líder partilha sua visão com outros,contagia os outros com sua visão, acredita na sua visão, naquilo queele pode sonhar. A visão não é para você, mas para compartilhar com osoutros. O líder acredita na visão e compartilha com os outros, nãoesconde a luz debaixo da mesa, compartilha a luz para que outrostenham a mesma visão. Esse é um passo importantíssimo, o líder faz osoutros olhar de perto aquilo que ele olhou de longe.
Quinta característica do líder: o líder define um objetivo. O objetivodeve ser um, se você tem dois objetivos, começa a se dividir. Osloucos são aqueles que têm muitos objetivos na vida. O líder é aqueleque é capaz de definir um objetivo. Paulo de Tarso era um líderfantástico, pois definiu um único objetivo, evangelizar. Paulo tinhamuito claro o objetivo de sua vida. Você tem claro um objetivo na suavida? Fomos criados para sermos felizes, esse é o objetivo da vidacristã, ser feliz neste mundo e no outro. Se eu tenho claro esseobjetivo eu não vou fazer nada para perder essa felicidade. Você éfeliz fazendo feliz o outro.
Sexta característica do líder: o líder contagia, é aquele que temfonte de energia positiva para os outros, ele dá coragem. O lídersempre diz que é possível, ele dá coragem aos outros para caminhar porcaminhos virgens, nas fronteiras. Você dá coragem para seus filhosfazer coisas novas? Ele não tira a coragem dos outros, ele dá coragem.Você dá coragem ou tira coragem dos outros?
Sétima característica do líder: o líder faz aterrissagem. Não bastanavegar é preciso saber atracar. Um líder é aquele que sabe fazer aestratégia para conseguir o objetivo, não basta ter um sonho, énecessário também fazer aterrissagem. Não basta dizer lá está oobjetivo, mas um plano para alcançar esse objetivo.
Concluindo, líder é aquele que tem visão. Sabe olhar à esquerda e àdireita, descobre aquilo que os outros não vêem, ele olha além.Anuncia boas notícias. Partilha sua missão com os outros, defineobjetivos, ele contagia e sabe aterrissar.
“Quero ser Senhor um bom líder para meus filhos, dando coragem paraeles, quero ser um bom líder em minha família, seguindo a Jesus meuúnico líder”.
Dr. Nasser

29 de jul. de 2009


Eucaristia, remédio para nossa fraqueza

Após a Ressurreição, Jesus apareceu diversas vezes aos apóstolos. De maneira repentina, se fazia visível, e logo depois se tornava invisível, para mostrar que já estava ali com eles. Apenas eles não conseguiam vê-Lo, pois os nossos sentidos não têm a capacidade de captar um corpo ressuscitado. Não se tratava de um espírito – era o Corpo do Senhor – tanto assim que tinha os sinais das chagas. Cristo lhes mostrava as mãos, os pés, com Suas chagas, para tirar todas as dúvidas deles. Jesus até comeu no meio deles para que percebessem que era Ele mesmo e não “um espírito” como Ele mesmo fez questão de explicar: “Olhai as minhas mãos e os meus pés: Sou eu mesmo. Tocai-me, olhai; UM ESPÍRITO não tem carne nem ossos como vós vedes que eu tenho” (Lucas 24,39) É com esse mesmo Corpo que Jesus está na Eucaristia. É Jesus por inteiro: um Corpo que tem Carne, Sangue e Ossos; mais ainda: um corpo humano de alguém que sente, ama e perdoa. Jesus quis concretizar a Sua presença na hóstia, sob as espécies de pão e vinho, para que compreendêssemos que a Eucaristia que recebemos é o Seu Corpo, que é presença, remédio, cura, alimento e força para nós. Assim como o alimento nos sustenta e o remédio que tomamos age sobre a nossa doença, a Eucaristia é o próprio Senhor, que vem a nós na forma de alimento e de remédio para atingir a nossa enfermidade, nosso ponto fraco.Santo Agostinho, doutor da Igreja, nos fala: “A Eucaristia é o pão de cada dia, que se toma como remédio para a nossa fraqueza de cada dia”.É o Senhor que revigora a nossa fé, para aproveitarmos toda a maravilha que é a Eucaristia. “Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.” Nunca compreenderemos como o Senhor dá Seu Corpo e Sangue na forma de pão e vinho. Será sempre um mistério da fé; mas Cristo, sabendo disso, veio em auxílio à nossa fraqueza e à nossa incredulidade. É por isso que realizou prodígios para que pudéssemos aceitar com mais facilidade; para que a nossa inteligência não ficasse no escuro. Por isso, Jesus andou sobre as águas, multiplicou os pães, apareceu aos apóstolos após a Sua Ressurreição; tudo para que soubéssemos que Ele tem o poder de realizar aquilo que realizou na Eucaristia. Reze pedindo ao Senhor o revigoramento da fé: Creio, Senhor, que Tu estás presente na Eucaristia. É o Teu Corpo, o Teu Sangue, a Tua Alma e Divindade. É o Senhor, vivo e ressuscitado, que me vê, me acolhe, me ama e perdoa. Senhor, não consigo Te tocar nem Te sentir, mas sei que estás presente na hóstia consagrada e isso me basta. Obrigado, Senhor, porque creio e quero crer ainda mais. Aumenta a minha fé, para que eu usufrua de todas as graças que a Eucaristia me oferece. Amém. (Trecho do livro "Eucaristia, nosso tesouro" de monsenhor Jonas Abib).